Costumo dizer que hoje (aos 28 anos) sou bem mais careta do que eu era aos 17. Acho que quando somos mais jovens não pensamos muito nas consequências dos nossos atos, e metemos a cara sem medo de ser feliz. Pois durante minha adolêscencia eu aprontei muito. Muito mesmo. Comecei a morar sozinha em Maringá aos 17 anos, e isso foi até os 24, quando então me mudei pra Londrina.
Em Maringá era raro eu chegar em casa antes das 9h de alguma balada, costumávamos ir ao Bosque das Grevíleas (também conhecido como Cogumelo) e ficar lá até ver algum pai de amigo caminhando ou indo à feira. Bons tempos...
Vim morar em Londrina e nunca mais fiz isso... consigo lembrar de uma ou duas vezes que cheguei em casa após as 5h. Sempre cansada, acabo desistindo cedo. E, claro, a culpa sempre cai na idade. "Xiiii... não sou mais pra isso não.. tô velha..."
Eis que nesse último final de semana me surpreendi. Consegui enfrentar uma balada de 17 (!) horas seguidas em São Paulo. E nem fui em uma rave não... A baladinha começou às 23h do sábado em um pub na Augusta e terminou às 16h do domingo com um almoço na Liberdade, passando por um taxista muito louco, que atendia pela alcunha de Chocolate. Pois advinhem só o que nosso querido amigo oferecia além da corrida de táxi? Isso mesmo.. um ótimo "chocolate"... kkkkk..
Emendando lugares em lugares, sem nenhuma vontade de ir embora dormir nem via o tempo passar. Ai como eu queria contar todos os detalhes aqui.. só que não dá, porque teria que citar muitos nomes...
Mas fica um agradecimento às (más) companhias desse final de semana...
Valeu mesmo... fazia tempo que não curtia tanto..
Eu ainda tô viva, gente!!
Ops... e hoje à noite tenho um encontro com Dve Grohl
aqui
mas sim, ainda é possível perto dos 30, embora seja cada vez mais esporádico.
e gi, é impossível conseguir contar tudo o que queremos, as palavras não deixam.